Paulo Lima - Quando



Quando eu for chuva de verão 
E nascente em águas paradas,
No ventre serei brisa acelerada.
Um pouco de tudo, um resto de nada.

Meus braços será teu
O teu sorriso meu
E nosso será o amor,
Distante do que se diz dor. 

Que a brisa mais fina das montanhas 
Te encham de paz.
Que memorias venham 
E o tempo mais! .

Que seu colo seja abrigo...


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